O Brasil colonial

No Brasil colonial, as atividades produtivas consistiam em exploração mercantil agricultura tropical, produção de açúcar e mineração de metais nobres. A produção colonial se ajustava às necessidades européias por aumentar os lucros monopolistas.

A colonização do nosso país, pelos portugueses, trouxe à nossa terra uma prática extinta à muito tempo: a escravidão. Negros foram trazidos para suprir as necessidades de mão-de-obra não especializada nas plantações e nas minas. Os escravos eram considerados “mãos e pés dos senhores de engenho”, pois eram extremamente necessários para a conservação e ampliação da fazenda. Eram utilizados em qualquer tipo de ofício, o que impulsionava o tráfico de negros, trazendo milhares de negros para o Brasil. Essa grande necessidade de escravos fazia com que eles tivessem altos preços. Mesmo assim, eram usados em todo tipo de trabalho, e estão envolvido em toda a história de nosso país, pois trabalhavam “de graça”, gerando riquezas para seus donos.

Três foram os caminhos para o processo de povoamento do nosso país. O primeiro era a Doação de Sesmarias, que consistia em dar terras àqueles que nelas produziriam. O segundo eram as Entradas das Bandeiras, que eram as apropriações de novas terras, antes ocupadas por nativos, de maneira violenta e avassaladora. O último processo eram os Currais de Gado, que no início eram usados para movimentar moinhos ou para alimentação. Posteriormente, o pastoreio foi a forma ideal de avanço encontrada para conquista de terras.

A sociedade feudal era constituída pelos feudos, que produziam o necessário para sua existência. Assim que a produção passou a ter excedentes, e assim que as Cruzadas iniciaram, foi possível criar uma maneira de utilizar o excedente da produção para suprir a necessidade destes viajantes. Desta forma, além dos Feudos já existentes, cidades foram instaladas em pontos estratégicos, o que facilitavam essa comercialização dos excedentes.

Os senhores feudais, percebendo que o trabalho livre era mais produtivo para eles, libertaram seus servos, aumentando o número de habitantes nas cidades.

O mercantilismo (conjunto de princípios e medidas práticas adotada com o objetivo de gerar riquezas e fortalecer o estado) surge como o maior efeito da expansão marítima. As colônias se tornam consumidores de manufaturas metropolitanas, assim como fontes de matérias-prima e metais preciosos.

Com o fechamento das terras e a expulsão dos camponeses, ocorreu o fortalecimento da burguesia.